Sunday, October 31, 2004

EXCERTOS 2 reflexões aquáticas

PODEM ME CHAMAR de insensível, ignorante, cruel, o que quiserem. O que quiserem, entende? As meninas que me desculpem, não é nada pessoal. Mas EU SEI que muita gente concorda comigo: o tal do nado sincronizado, apesar do esforço, talento, dedicação, blá, blá, blá que exige, é a coisa mais ridícula que a o atletismo inventou, totalmente dããã pro meu gosto. Que desperdício, tanto treino pra aquele resultado: parece um bando de gente se afogando numa cena de comédia pastelão... Perninha fora d'água, bracinho fora d'água, todo mundo submerge, todo mundo emerge com aquele sorriso pregado na cara, de quem morre teso ( no caso encharcado) mas não perde a pose. Tenha paciência, que saco!!! Podia passar sem.

EXCERTOS DE MEU VELHO BLOG

[1/9/2004 20:21:32 PRA QUEM AINDA NÃO PERCEBEU sou uma iconoclasta de plantão. Para os menos familiarizados com o vernáculo quer dizer que não tenho problemas em baixar o cacete em coisas (con)sagradas para meio mundo ou para o mundo inteiro. Sinceridade: não acho que ninguém mereça culto ou reverência. Por extensão - e coerência- não venero ninguém. Exceto Kevin Spacey.

MULHER REALMENTE MARAVILHA

Adoro mulher sem frescura, embora ache que mulher se não for fresca na medida não agrada. Explico: tem de ter dengo, tem de ser melindrosa, um pouco ronronante, um pouco arisca, um pouco arranhante, um pouco desdenhosa. Porém nada daquela frescura ridícula de dondoca, de perua, esses seres horrendos que depõem contra nós mulheres, contra o ser humano, contra os terráqueos. Vi Giselinha Bündchen no Fantástico, solta, simples, devastadora, entrevistada por Zeca Camargo: "Sou boa na cozinha e na faxina, faxino muito bem". Mavilhosa. Deusa. Lindona. Faxinosa. Ótima. Supersexy. Estrelíssima. Cozinheira. Mulher de carne e osso e não de isopor. Não, não sou gay. Nada contra, apenas não sou. Minha admiração exacerbada por Giselinha é genuína, sem outras intenções. Assim como minha eterna admiração por Sofia Loren. Sabe como? Aquele Mulherão com M maiúsculo que mete a mão na massa, que não se avexa, que vai à luta, rala, faxina, cozinha, sofre e sua. E no apagar da vela é mais ela, mais linda, extasiante, cheirosa, total, mais mais, mais tudo, gloriosa, excelsa, toda-poderosa. Isso é mulher. O resto é enganação.

Sunday, October 24, 2004

ESPORTES

O Único Homem Em Quem Confio
Tenho uma confissão a fazer: nunca fui muito com a cara do Burrinho, quero dizer, do Rubinho Barrichelo. Mas, aquela coisa: você começa a conhecer melhor a pessoa, vai descobrindo mais sobre ela, acaba mudando seu ponto de vista. Hoje posso dizer: Rubinho é o único homem em quem confio. Pode relaxar, não se agite, não se desespere, não se descabele. De boa: ele não vai ganhar, ele nunca vai ser o primeiro, ele não vence mesmo! Susse! Tranque! pra que se desgastar na torcida? Pra que ficar naquela dúvida atroz? Pra que desejar o mal dos outros competidores? Maldizer a chuva? Querer que o Alemão quebre? Que Fulano rode? Que Beltrano fume? Que Cicrano ponha o pneu errado? Nada disso é preciso. Eu? Fico na minha, super zen, moral. No final? Tudo do jeitinho que eu imaginava: no máximo um 3º lugar. Viu só? Afirmo, tranqüilizo o povo que será isso. Ele nunca me decepciona! Ao menos um representante do sexo metido à forte em quem confiar cegamente. Que bom! A vida é bela. É tranqüila. Barrichelo Style. Hmmm ......

Thursday, October 21, 2004

SANDRICES
Okay, não gostaram do meu novo template no antigo Sandrices. É que eu invejei o azul piscina do blog do Simon, ai acho aquela cor tão astral, tão zen, tão tudo de bom, me dá onda. A... disse que o outro template era mais légals. Era um subway sign em gris, o blog estava tão abandonadinho, só dava pau, achei tudo muito deprê. Quis mudar. Tive um ataque bichalouca, desejei luz, brilho, glitter, sair da chuva de New York para as dunas do Maranhão, tipo isso acho.

Terminei minha curta temporada no Sandrices de lá com umas piadinhas de políticos que foram classificadas como infames! Oh almas insensíveis, por quem sois?
Vejam bem: a dona Marta Supercílios declarou que ainda não tinha entrado com tudo no careca. Eu comentei que, como boa sexóloga, ela sabia o valor de um foreplay... Claro, you must get the feeling, otherwise...

Thursday, October 07, 2004

Apresentação

Babi acaba de chegar da academia. Não, da natação. Não, da Hípica. De alguma atividade que a mantém linda, lépida e fagueira. Babi peso e altura que toda mulher queria ter, inteligência quase brilhante, conforme o momento. Estuda arquitetura na PUC e História na Federal. Lê Lacan e Mafalda nas horas menos vagas. Joga videogame, mas só jogos velhos, que ninguém joga mais. Às vezes acha todo mundo meio incoerente mas se lembra que ela, Babi, tem um metro e setenta e um jeito frágil de princesa tísica ou libélula espanada.
Babi joga a cabeça para a frente e para baixo. Seus longuííísssimos cabelos cor de mel com reflexos dourados fazem um efeito lindo. Ela jurou que sempre teria cabelos com reflexos dourados e longuííísssimos com três ííí e três sss, para que o efeito lindo fosse devastador. No espelho da entrada se vê de corpo inteiro ao sair de casa e ao voltar. Seus pés tamanho 37 naquelas sandálias sexy só não são a melhor parte de seu corpo porque ainda há muito a ser considerado, palavra. É bom ser linda, sabe? Sua claríssima pele cor dourada com reflexos mel fazem um efeito lindo. Maciíssima, sobre a carne dura. Os olhos de Babi? Morenos com reflexos longuííísssimos e maciíssimos, preguiçosos, às vezes duros, às vezes cor de mel. Enfin: la fille parfaite, avec du lait de parfum Van Cleef & Arpels all over her beautiful body.
A Réia é a babá- governanta- cozinheira- conselheira- e quase irmã que Babi herdou da tia Henriquetta, apelidada tia Rica, que morreu infartada no baile de debutante de Babi no Country Club depois de ter pago a festa toda, vestido, maquiagem, fotógrafo. Pobre tia Rica: queria ver Babi casada com um empreiteiro amigo seu e no baile descobriu que a menina era louca por um sujeito casado e pela mulher dele.
Mas voltando à Réia: melhor deixar pra outra hora e ficar com aquele gostinho agridoce de Babi.